quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Lei e graça: antagônicos ou complementares?

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A lei ou religiosidade dos escribas e fariseus não era baseada na essencia do Antigo Testamento, ou sua Bíblia Hebraica, mas no legalismo desenfreado que construíram (conforme, Mateus 5.17-20). Tais "leis" eram menos ou mais do que as Escrituras judaicas estabeleciam. Faltava-lhes o equilibrio, a retidão e o exercício da justiça.

Quando Jesus, segundo Mateus, afirma que cumpriu a lei, significa que ele obedeceu literalmente a essência da lei. Dizer que Jesus cumpriu a lei não significa que ele anulou o Antigo Testamento, nem mesmo que ele é o ponto final de tal revelação. Mas que ele levou à cabo a revelação de Deus no Pentateuco, Profetas e Poéticos. Portanto, o Antigo Testamento tem validade para os cristãos: Jesus acreditava que o "Tanak" era palavra de Deus, revestida de autoridade.

Em outras palavras, o relacionamento entre lei e graça é possível desde que entendamos que nossa salvação independe da lei, mas Jesus não nos isenta da lei como princípios para a vida dos seus seguidores. Somos salvos pela graça do Senhor e podemos contar com os conselhos de toda a Escritura (judaica-cristã) para nossa experiência de fé. Como podemos, pois, aplicar a Lei ou o Antigo Testamento hoje? É a partir de uma hermenêutica cristocêntrica que podemos estudar e obedecer plenamente a mesma Lei (em essência) que Jesus obedeceu.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Ao pregador e professor cristão

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Jonathan Edwards disse: "Penso ser minha obrigação elevar as emoções de meus ouvintes o mais alto possível, desde que tais sentimentos estejam vinculados a nada mais que a verdade, e que não estejam em desacordo com a natureza daquilo a que estão afeiçoados". Ele pronunciou tais palavras quando fora criticado por fazer parte dos movimentos emocionalistas de seu tempo. Em parte, é até esperado que num reavivamento espiritual como o da época de Edwards as pessoas sejam envolvidas pela verdade de Deus em suas emoções, além do aspecto cognitivo e intelectual da fé. Para Edwards era impossível desassociar uma pregação profunda e doutrinária com o alcance das emoções do ser humano.

Anos depois de Edwards, Charles Spurgeon, considerado como "Príncipe dos pregadores" disse ser improvável que alguém que conheça a Bíblia profundamente não seja afetado por ela em todas as dimensões como ser humano: "Nada faz um homem mais virtuoso que a crença na verdade. Uma mentira doutrinária irá logo produzir uma prática mentirosa. Um homem não pode ter uma crença errada sem em algum momento futuro ter uma vida errônea. Eu creio que uma coisa naturalmente leva à outra". A pregação de profundidade é necessária para que as igrejas locais sejam edificadas e fortalecidades na verdade.

Edwards afirma que "‎se um ministro tem luz sem calor, e entretém seu auditório com discursos eruditos, sem o sabor do poder da piedade, ou sem qualquer manifestação de fervor de espírito, de zelo por Deus e pelo bem das almas, ele pode gratificar os ouvidos de seu povo com coceira e encher sua mente com noções vazias [...] E se, por outro lado, ele for impulsionado por um zelo ardente e excessivo, por um calor veemente, mas sem luz, ele provavelmente acenderá uma chama não santificada em seu povo, inflamando suas paixões e afeições corruptas; mas nunca os fará avançar, nem os conduzirá um passo em direção ao céu, mas os conduzirá rapidamente em direção oposta".

Portanto, o pregador e professor cristão deve(m) ter calor e luz em sua vida. Tais elementos devem aquecer e iluminar seu povo. Sua obra primordial é levar luz à mente e calor ao coração. Ao estimular e inspirar com sua vida e tarefa as mentes e sentimentos das pessoas, certamente as conduzirá à transformações significativas e em mudanças de seus comportamentos. O compromisso de expor a Verdade com autenticidade é indispensável ao pregador e professor cristão.

"Prega a Palavra" [...] "o que ensina, ensine".

domingo, 4 de setembro de 2011

Um conselho sobre comunicação

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O povo não pode vir aos serviços de desconhecem que esses estão acontecendo em uma ou outra reunião. O gasto publicitário é muito grande se deixado somente as autoridades de casa que o façam - mas, se cada pessoa divulgasse as notícias,  teria-se assim um meio de publicidade muito mais efetivo, e podendo se realizar em grande escala, com muito pouco desembolso. Se não podem pregar o Evangelho, ainda assim, podem ganhar uma alma dando a conhecer que o Evangelho está sendo pregado.  Charles H. Spurgeon.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Você participa da escola bíblica?

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Ministério de Ensino

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O Centro de Formação Ministerial da Primeira Igreja Batista de Curitiba se encontra junto à Área Ministerial de Educação Cristã desta igreja. Esta Área é responsável pelo ensino de toda a igreja local. Fazemos isso através de cursos, palestras, treinamentos, formações continuadas, encontros de ensino, seminários, etc. que configuram a nossa escola bíblica. Nosso mais recente trabalho e desafio é o CFM, que recebe alunos da PIB e de outras igrejas evangélicas para se capacitarem para a obra de Deus em seus ministérios e vocação. Nossa oração é que Deus gere sede e fome de conhecimento de Deus e sua vontade e toda a igreja se envolva no processo de crescimento espiritual, seja na escola bíblica, seja no CFM. Acesse: www.pibcuritiba.org.br/cfm e obtenha mais informações de como pode participar! 

terça-feira, 28 de junho de 2011

A importância das Escrituras na vida cristã

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"Eu quero um avivamento das antigas doutrinas. Não conhecemos uma doutrina bíblica que, no presente, não tenha sido cuidadosamente prejudicada por aqueles que deveriam defendê-la. Há muitas doutrinas preciosas às nossas almas que têm sido negadas por aqueles cujo ofício é proclamá-las. Para mim é evidente que necessitamos de um avivamento da antiga pregação do evangelho, tal como a de Whitefield e de Wesley. As Escrituras têm de se tornar o infalível alicerce de todo o ensino da igreja; a queda, a redenção e a regeneração dos homens precisam ser apresentadas em termos inconfundíveis". Charles H. Spurgeon.