terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Jejum e oração
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Igor Pohl Baumann
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Escola Bíblica de Verão
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Bíblia: alimento espiritual nutritivo para o cristão
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Igor Pohl Baumann
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Os profetas Jeremias, Ezequiel e João nos ensinaram como deve ser nossa postura para com as Escrituras: devemos comê-la. “E fui ao anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho. E ele disse-me: Toma-o, e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel” (Apocalipse 10:9; Consulte também: Jeremias 15.16 e Ezequiel 3.3). Comer a Bíblia é mais do que tomar notas de um sermão, é ingerir a palavra em nosso viver. A metáfora bíblica para o relacionamento com Deus se parece mais um banquete nutritivo junto com os amigos do que sentar-se a uma biblioteca fria e empoeirada.
A metáfora bíblica de comer as revelações e mistérios divinos nos exorta continuamente: coma a Palavra, se alimente dela, deguste suas palavras, digira os seus textos; mas, não confunda o tipo de alimentação nutritiva, bem realizada, experimentada sem pressa e saboreada em detalhes com o tipo de alimentação que a atualidade tem imputado a nós, que é a alimentação fast-food.Os fast-foods têm tirado de nós a experiência de mastigar com prazer e engolir sem pressa o que nos é oferecido; fez da prática e hábito de leitura-alimentação bíblica irrelevante para a vida de alguns, que não permitem ter suas vidas transformadas por Deus. A leitura bíblica apressada, casual e irreverente não gera fortalecimento espiritual, pois não é metabolizada no espírito, tornando-se parte de seu viver.
A leitura-alimentação espiritual fast-food não instiga a mente a pensar em Deus, nem a uma experiência de obediência ao Senhor. Ela pode ser rapidamente ingerida, mas não permanece em nós; faz os paradoxos “barriga cheia, mas ainda com fome” e “aparentemente bem nutrido, mas com anemia no sangue”.
Nossa alimentação espiritual quando realizada como um processo, com calma, com prazer, com degustação profunda, diária, reverente e espiritual nos leva a um relacionamento intenso com Deus, ao conhecimento de seu caráter e sua vontade a cada dia mais e mais.Leia sua Bíblia, se preciso ir à biblioteca para concentrar-se em estudá-la meticulosamente, faça! Mas principalmente coma a palavra de Deus estudada, digerindo as verdades eternas em seu metabolismo espiritual.
Com certeza, esta metáfora da alimentação ainda tem várias outras aplicações, você poderá ampliá-la e enriquecê-la para seu relacionamento com Deus através da Bíblia. Fica minha sugestão: aproveite seu dia pensando na metáfora, mas depois coma a porção diária de alimento bíblico que Deus reservou para você.quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Faça a diferença, e faça bem feito
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Igor Pohl Baumann
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Uma das funções bíblicas de um ministro de Deus é preparar pessoas para o cumprimento efetivo de sua vocação. A Bíblia é clara e até ousada em ensinar que os líderes espirituais são responsáveis pela formação espiritual de seus liderados.
"Tome os ensinamentos que você me ouviu dar na presença de muitas testemunhas e entregue-os aos cuidados de homens de confiança, que sejam capazes de ensinar outros". (2Timóteo 2:2 NTLH).
O líder bem-sucedido é aquele que pode ser substituído por alguns de seus bons liderados. Alguém já disse que o sucesso de um líder é tornar o seu sucessor bem sucedido. E eu gosto muito desta idéia. Por ter este chamado bem claro, tenho dedicado boa parte do ministério que Deus me delegou na formação cristã e ministerial das pessoas. Não só daqueles que sentem um chamado especial para o ministério da Palavra ou do trabalho no campo missionário, mas para que todos sejam efetivos ministros de Deus, usem bem os seus dons, encontrem seu espaço e papel no corpo de Cristo e realizem seu chamado da melhor maneira possível.
Todos que temos um compromisso vivo e radical com Cristo, possuímos um chamado. Gosto das palavras de John Stott quando disse que a vocação da Igreja é ser fiel a sua identidade; e que sua identidade é ser separada exclusivamente para Deus. Assim é nosso chamado: separação dos valores filosóficos da cultura atual, do egocentrismo e das instituições satanizadas para viver e servir a Cristo com o que somos e temos. Alguns o fazem de modo integral na liderança do rebanho de Deus, outros, senão a maioria, voluntariamente. Mas todos damos contas a Deus do que fazemos com nossos dons, paixões, habilidades e experiências para o avanço do Reino de Deus.
É uma alegria conversar com as pessoas que querem aprimorar seus dons e talentos para o cumprimento de seu chamado. Para alguns, o ingresso na Faculdade Teológica é o mais adequado; para outros, sua admissão no Centro de Formação Ministerial da nossa igreja é o ideal. Talvez alguns precisem "começar pelo começo", passando pela linha básica de ensino, integrando-se na igreja, começando com o voluntariado ministerial. Para outros, o estudo de línguas árabe, mandarim e indígenas sejam boa opção. É preciso sabedoria na escolha das ferramentas que irão lapidar suas convicções de chamado e das ferramentas no cumprimento da sua missão.
Porém, terei sempre uma alegria diferenciada ao ver, ouvir e caminhar com pessoas que têm fome e sede da Palavra de Deus, com gente que quer ser e fazer mais pelo Reino de Deus, com aqueles que compreendem que o Evangelho é o Caminho e fazem de suas vidas instrumentos na propagação desta benção. Me realizo ao perceber que irmãos querem crescer em suas possibilidades ministeriais para fazer a vontade de Deus e fazê-lá com excelência.
Como você tem respondido ao seu chamado pessoal? Que ferramentas tem utilizado para crescer efetivamente neste processo? Seu serviço na casa de Deus é bem feito e tem influenciado vidas para que elas cumpram também seus ministérios? (cfm@pibcuritiba.org.br).
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Expedição Bíblica 2012
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Igor Pohl Baumann
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20:28
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Em Abril de 2012 teremos a segunda expedição bíblica sob liderança dos pastores Igor Baumann e Paulo Davi e Silva. Destino: Turquia, Grécia e Israel.
Na Turquia, solo que foi palco de eventos históricos relacionados com a Bíblia, conheceremos os lugares correspondentes a Anatólia, Antioquia da Psidia, Colossos, Éfeso, Esmirna, Filadélfia, a região da Frígia, Galácia, Laodiceia, Patmos, Pérgamo, Pérge, Sardes, Tarso, Tiatira, Trácia e Trôade, entre outros pontos turistícos que envolvem a religião.
Na Grécia, nos concentraremos nos caminhos por onde andou o apóstolo Paulo e outros seguidores de Jesus, como: Tessolônica, Macedônia, Corinto, Creta, Bereia, Atenas; lugares como o Aerópago, Partenon e a Acaia. Conheceremos o que foi a antiga capital do cristianismo, Bizancio; entre outros lugares históricos vinculados à cultura helênica. O foco de nossa expedição é mais que cultural, é de aprofundamento nas Escrituras e missionário. Queremos que pessoas sejam edificadas por meio da Palavra de Deus explicada in locu nos lugares que deram origem às histórias e envolveram os personagens que nos inspiram a servir a Deus nas páginas da Bíblia.
As inscrições estão abertas. Contato: cleide@missionar.com.br
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A Igreja é a Comunidade da Ressurreição
As histórias da ressurreição de Jesus nos causam fascínio, perplexidade e ânimo. Sua ressurreição foi histórica (Mt 28.1-20). Aconteceu no domingo seguinte a sua morte na cruz (Mc 16.1-20). Ele apareceu primeiro para as mulheres que, após o shabbat, foram ungir seu corpo (Lc 24.1-12). Ele caminhou um dia todo em viagem com Cleópas e outro discípulo (anônimo) rumo a Emaús (Lc 24.13-32). Ele surgiu entre os discípulos entregando-lhes a sua paz e seu Espírito (Lc 24.33-43; Jo 20.19-23). Ainda entre os discípulos, comissionou-os como testemunhas da ressurreição (Lc 24.44-49; At 1.8-11).
O Evangelho segundo João traz uma narrativa após a ressurreição de Jesus e os dias que antecederam sua ascensão (Jo 20-21). Jesus apareceu a Paulo, que relatou que ele esteve entre vários irmãos e explicou o significado da ressurreição para esperança cristã (1Co 15.3-8; 15.12-58). Ele tem se revelado pessoalmente através de seu Espírito a todo aquele que nele crê (Jo 14.21,23; Rm 8.16).
Com tudo isso, queremos dizer que o ponto de partida da vida em comunidade é a ressurreição de Jesus. Com a ressurreição e ascensão de Jesus a vinda do Espírito da promessa (Jo 14.15-20; 16.5-11). O Espírito Santo potencializa a ressurreição de Cristo em nossas vidas (Rm 6.3-11; 1Co 15.12-22). Estamos sendo vivificados em Cristo em nossa condição atual de santificação e transformação pessoal (Ef 2.4-10; 1Ts 5.23,24; 1Pe 1.13-21).
O Espírito é quem torna o morto a viver. É uma ação sobrenatural porque ninguém consegue alterar a realidade da morte. Portanto, a ressurreição – descortinada a partir de Cristo – nos torna exclusivamente dependente da ação sobrenatural da ressurreição. A ressurreição é a base para descobrirmos que vida cristã deve ser vivida no e pelo Espírito Santo (Rm 8.11)[1]. A comunidade da ressurreição é gerada e subsiste a partir da ressurreição de Jesus aqui no mundo.
Portanto, Igreja é bênção de Deus. Não se pergunte por que deve fazer ou não parte de uma comunidade cristã, mas sim como fazer parte de uma comunidade!
[1] A palavra Espírito é a mesma utilizada para vento, fôlego e sopro nos original hebraico e grego. São metáforas que designam a ação do próprio Deus dentro de nós. Nas mais variadas línguas, Espírito – Spirit, Espíritu, Garu, Spirit, Дух, Ducha – denota que a vida cristã é decorrente da habitação do Espírito Santo nos seguidores de Jesus (Rm 8.11).
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